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REACTING TO TIME, portugueses na performance (2014)

RT_18 dezNosanos em torno da Revolução de 25 de Abril de 1974 uma dinâmica peculiar pautou a atividade artística portuguesa: num país fechado sobre si mesmo, fora dos circuitos e moldes convencionais de apresentação,  um conjunto de eventos colocaram Portugal em sintonia com as questões e com  as práticas que animavam a vanguarda artística internacional. 

O experimentalismo performativo dos anos 70 e 80 do século XX, onde o corpo assumiu um novo lugar na prática artística, atravessou as diferentes áreas artísticas, trazendo novas modalidades de composição, apresentação e experiência.

REACTING TO TIME, portugueses na performance, procura atualizar a especificidade da memória corporal destas primeiras experiências. Aceder à origem dessa informação, atualizá-la pela transmissão da experiência direta e apresentá-la publicamente, são os objetivos deste projeto. Trata-se de constituir um arquivo vivo, tornado presente nos corpos. Vânia Rovisco desenvolverá um trabalho de contextualização e de investigação e trabalhará com os primeiros agentes da performance em Portugal, na atualização destes trabalhos inaugurais para posteriormente os transmitir. Trata-se de toda uma linhagem não transferida, um passado pouco ou nada presente.

+ Info

sítio http://www.aadkportugal.com/

facebook https://www.facebook.com/reactingtotime?ref=bookmarks

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Silos de carros e estradas giratórias (2014)

fotografia (8)Projecto concebido para homens que participaram no MARGENS projecto satélite do Festival TODOS que conduziu durante 9 meses oficinas artísticas com um grupo de homens com idades e nacionalidades diferentes sem prática artística prévia.

Vânia Rovisco foi convidada para realizar uma peça cujo vários temas partia dos actuais mitos urbanos na posicionamento social colectiva da nossa sociedade.

+ Info http://festivaltodos.com/intro/home

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The Archaic, Looking Out, The Night Knight (2013)

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Peça a solo.

Se à partida o afastamento ou, mais concretamente, o movimento, é a recusa da narrativa, evitada pelo autor e, consequentemente, o espectador somos confrontados por um trabalho que nos pede para ser experienciado e não resolvido. As nossas rotinas diárias formam o nosso raciocínio. Surge o questionamento sobre alternativas de recepção e execução, estas também formadas pelas nossas zonas de conforto racionais e espaciais, referente ao dispositivo do espectáculo. Um local onde corpo, movimento, espaço, som e plasticidade se fundem. Onde cada elemento age de forma inter(in)dependente, somando toda a acção.

duração 60mins