WORKSHOPS | PT

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Palcos Agora | EPISÓDIO 15 | RTP 2

http://www.rtp.pt/programa/tv/p31395/e15

entrevista da Cláudia Galhós a Vânia Rovisco (aprox. minuto 19′)

Estratégias Respeito ao Interprete Contemporâneo

Qual o papel do performer quando co-criando com um diretor?

Como essa responsabilidade é compartilhada no que diz respeito ao processo?

Nossos corpos, recipientes que transpõem voz, pensamento em movimento no espaço?

Sem prática não há interprete

Improvisation into Composition

Acredito que os processos contemporâneos das artes vivas, ganham com o diálogo rico entre o olhar de fora (o do diretor) e o olhar de interno (o do performer / bailarino / actor ). O workshop terá uma forte componente na prática do corpo com intensão de aporar os sentidos, para que estes acionam informações provindas de relações e acontecimentos espaciais como temporais. A noção do olhar em ambos os casos é espacial, aquele que se encontra no espaço de improvisação a gerar material e aquele que observa essa captura e a direcciona. É com base na riqueza entre esse diálogo relacional que o processo culmina para um terreno desconhecido que afeta o trabalho a criar. Apoiar o performer para recorrer a estratégias, podendo distinguir dentro da mudança constante que pode, contudo, moldar mecanismos de ação com a obra, permitindo ao intérprete a ganhar autonomia na sua pesquisa e processo de material, é o que o workshop propõe.

O trabalho somo nós que essencialmente criamos, a nossa pesquisa é sujeita às estratégias que recorremos.

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One Two One

Trabalho orientado por uma prática intensa do corpo que será dirigida no trabalho de composição individual de cada participante. Num misto entre um trabalho colectivo e individual o workshop será orientado no culminar de informações sobre como cada prepara o seu corpo para realizar um trabalho criativo e consequentemente a relação com o olhar de fora. Serão sugeridas outras relações de como pesquisar que cabarão a cada indivíduo saber do que quer ou como quer lídar com as ferramentas partilhadas.

O trabalho somo nós que essencialmente criamos, a nossa pesquisa é sujeita às estratégias que recorremos.

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StupidGreen

Estado performativo | Presença instalativa

Tendo concentrado o trabalho e investigação orientada pela improvisação em composição aliei a experiência que adquiri no trabalho realizado no contexto da galeria de arte, a partir do qual noções sobre presença surgiram. Depois de experimentar o quão diferente um corpo no palco é construída em oposição a um corpo instalado no espaço, me levou a perseguir esses inquéritos diferenciados de movimentos. Ambos os caminhos inteiramente válidos na abordagem a processo. Saber lidar com decisões, acidentes, experiências, conscientes do potencial ou perda de energia, conduziu que o trabalho solidifica-se.

Saber o que reter como material informa-nos sobre o que é o trabalho, assim como saber o que não reter também nos informa sobre o que ele não é.

créditos: Sofia M. Ferreira

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